Constantino deixará a empresa em 29 de julho, em um ano de crise para a GOL. A empresa fundada por sua família – a casta mais influente do transporte rodoviário no Brasil – padece em meio a prejuízos milionários. Criada para ser a primeira low cost brasileira, a Gol completou sua primeira década com sabor amargo deixado pelas perdas de 710,4 milhões de reais apenas em 2011. Agora, a companhia corta seu quadro de funcionários, modifica sua estratégia e , ás vésperas de 2014 reduz rotas para não derrocar.
Ao longo de 2012, 800 funcionários da gol foram demitidos e a companhia eliminou pelo menos 80 voos diários, que davam prejuízo estimado em 5 milhões de reais por mês. No último dia 15, a Gol anunciou o fim de seus voos regulares para o Chile. Apesar dos cortes, os resultados do primeiro trimestre continuaram ruins e a empresa acumulou prejuízo de 41,4milhões de reais.
“A GOL não é uma Varig uma Transbrasil e está longe de ser uma vasp; não podemos colocar as empresas na mesma cesta”
A situação pode melhorar ainda mais rápido se houver o empurrãozinho do governo, que estuda, nos bastidores, medidas para ajudar as empresas aéreas brasileiras, tais como desoneração de folha de pagamento, redução do preço do querosene por meio de ajuda da Petrobras e pressão aos estados para redução do Imposto sobre Circulação de Mercadores e Serviços (ICMS). “Três anos atrás isso seria impossível. Mas esse governo tem se mostrado tão intervencionista que eu não ficaria surpreso se isso acontecesse. Afinal, a Petrobras já faz isso com a gasolina. E, no final, as empresas aéreas precisam mesmo desse tipo de ajuda hoje”, comenta um especialista do setor, que preferiu não ter seu nome citado. Conspira a favor também o fato de parte da família Constantino viver em Brasília e circular tranquilamente junto aos poderosos da República.
Fonte: Revista Aviação Notícias e Revista Veja
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terça-feira, 19 de junho de 2012
O Atual Presidente da GOL LINHAS AÉREAS Constantino Junior deixa presidência da GOL
O presidente e controlador da Gol Linhas Aéreas, Constantino ocupava o cargo de presidente executivo desde a fundação da Gol em 2001. O novo presidente da companhia Aérea será Paulo Sérgio Kakinoff, funcionário de carreira do grupo Volkswagen e que até então ocupava o cargo de presidente da Audi no Brasil. Kakinoff fazia parte do conselho administrativo da GOL desde Janeiro de 2010.
Constantino deixará a empresa em 29 de julho, em um ano de crise para a GOL. A empresa fundada por sua família – a casta mais influente do transporte rodoviário no Brasil – padece em meio a prejuízos milionários. Criada para ser a primeira low cost brasileira, a Gol completou sua primeira década com sabor amargo deixado pelas perdas de 710,4 milhões de reais apenas em 2011. Agora, a companhia corta seu quadro de funcionários, modifica sua estratégia e , ás vésperas de 2014 reduz rotas para não derrocar.
Ao longo de 2012, 800 funcionários da gol foram demitidos e a companhia eliminou pelo menos 80 voos diários, que davam prejuízo estimado em 5 milhões de reais por mês. No último dia 15, a Gol anunciou o fim de seus voos regulares para o Chile. Apesar dos cortes, os resultados do primeiro trimestre continuaram ruins e a empresa acumulou prejuízo de 41,4milhões de reais.
“A GOL não é uma Varig uma Transbrasil e está longe de ser uma vasp; não podemos colocar as empresas na mesma cesta”
A situação pode melhorar ainda mais rápido se houver o empurrãozinho do governo, que estuda, nos bastidores, medidas para ajudar as empresas aéreas brasileiras, tais como desoneração de folha de pagamento, redução do preço do querosene por meio de ajuda da Petrobras e pressão aos estados para redução do Imposto sobre Circulação de Mercadores e Serviços (ICMS). “Três anos atrás isso seria impossível. Mas esse governo tem se mostrado tão intervencionista que eu não ficaria surpreso se isso acontecesse. Afinal, a Petrobras já faz isso com a gasolina. E, no final, as empresas aéreas precisam mesmo desse tipo de ajuda hoje”, comenta um especialista do setor, que preferiu não ter seu nome citado. Conspira a favor também o fato de parte da família Constantino viver em Brasília e circular tranquilamente junto aos poderosos da República.
Fonte: Revista Aviação Notícias e Revista Veja
Constantino deixará a empresa em 29 de julho, em um ano de crise para a GOL. A empresa fundada por sua família – a casta mais influente do transporte rodoviário no Brasil – padece em meio a prejuízos milionários. Criada para ser a primeira low cost brasileira, a Gol completou sua primeira década com sabor amargo deixado pelas perdas de 710,4 milhões de reais apenas em 2011. Agora, a companhia corta seu quadro de funcionários, modifica sua estratégia e , ás vésperas de 2014 reduz rotas para não derrocar.
Ao longo de 2012, 800 funcionários da gol foram demitidos e a companhia eliminou pelo menos 80 voos diários, que davam prejuízo estimado em 5 milhões de reais por mês. No último dia 15, a Gol anunciou o fim de seus voos regulares para o Chile. Apesar dos cortes, os resultados do primeiro trimestre continuaram ruins e a empresa acumulou prejuízo de 41,4milhões de reais.
“A GOL não é uma Varig uma Transbrasil e está longe de ser uma vasp; não podemos colocar as empresas na mesma cesta”
A situação pode melhorar ainda mais rápido se houver o empurrãozinho do governo, que estuda, nos bastidores, medidas para ajudar as empresas aéreas brasileiras, tais como desoneração de folha de pagamento, redução do preço do querosene por meio de ajuda da Petrobras e pressão aos estados para redução do Imposto sobre Circulação de Mercadores e Serviços (ICMS). “Três anos atrás isso seria impossível. Mas esse governo tem se mostrado tão intervencionista que eu não ficaria surpreso se isso acontecesse. Afinal, a Petrobras já faz isso com a gasolina. E, no final, as empresas aéreas precisam mesmo desse tipo de ajuda hoje”, comenta um especialista do setor, que preferiu não ter seu nome citado. Conspira a favor também o fato de parte da família Constantino viver em Brasília e circular tranquilamente junto aos poderosos da República.
Fonte: Revista Aviação Notícias e Revista Veja
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